O melhor trabalho é quando estamos voltados para nós mesmos, procurando observar de um ponto de vista externo, como observadores de nós mesmos. Esse é o processo terapêutico, o início da cura, se é que se pode dizer que há cura. Reconhecer nossas deficiências é o melhor da história, investigar até que ponto contribuímos para os insucessos, assumindo papéis de vítimas.
Mas isso só é possível quando estamos prontos. Ver os próprios defeitos dói, e como!
Afinal, o rabo do vizinho é sempre mais comprido e mais fácil de visualizar.
E, quando estamos assim, prontos, tudo contribui para o auto conhecimento.
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