O melhor trabalho é quando estamos voltados para nós mesmos, procurando observar de um ponto de vista externo, como observadores de nós mesmos. Esse é o processo terapêutico, o início da cura, se é que se pode dizer que há cura. Reconhecer nossas deficiências é o melhor da história, investigar até que ponto contribuímos para os insucessos, assumindo papéis de vítimas.
Mas isso só é possível quando estamos prontos. Ver os próprios defeitos dói, e como!
Afinal, o rabo do vizinho é sempre mais comprido e mais fácil de visualizar.
E, quando estamos assim, prontos, tudo contribui para o auto conhecimento.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
START
Estou em fase de reconstrução. Andei afastada de mim, deixei a poesia, os sonhos, o direito e, quase, a solidariedade. Quero retornar, ou melhor, seguir adiante reconstruindo. Um encontro com uma antiga médica deu esse start. Engraçado que é a segunda vez que a partir de uma conversa nossa, minha vida dá uma virada em direção a novos caminhos.
O retorno da fé, eu chamaria, acreditar que é possível. Sempre é possível. A vida vale a pena. O ser humano vale a pena.
Quero montar uma ong, um escritório de consultoria jurídica e de marketing.
Que bom ver o dia azul outra vez.
Sou uma mulher de fases, mas isso não me faz inconstante ou frívola. Me faz jovem porque a alma amanhece renovada. E cada dia é uma experiência nova a ser vivida.
O retorno da fé, eu chamaria, acreditar que é possível. Sempre é possível. A vida vale a pena. O ser humano vale a pena.
Quero montar uma ong, um escritório de consultoria jurídica e de marketing.
Que bom ver o dia azul outra vez.
Sou uma mulher de fases, mas isso não me faz inconstante ou frívola. Me faz jovem porque a alma amanhece renovada. E cada dia é uma experiência nova a ser vivida.
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